08/11/2018 às 09h52min - Atualizada em 08/11/2018 às 09h52min

UEMG solicita suspensão da liminar que realocaria os índios Kiriri, em Caldas

Tribo tinha até o fim do mês de outubro para deixar a área de 60 hectares.

Fonte: Poçoscom.com
Andressa Souza - Manchete Regional

O ponto de conflito é uma área que foi doada pelo Estado à universidade, onde, atualmente, os índios moram. FOTO: SonhaCaldas.org.br

A Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) solicitou que o Ministério Público Federal (MPF) suspenda a liminar que determina a reintegração de posse à UEMG, logo a realocação dos índios Kiriri, em Caldas (MG). A decisão "de voltar atrás" foi tomada em uma reunião, realizada no 24 dia de outubro, sobre o assunto no MPF, em Pouso Alegre (MG).  O ponto de conflito é uma área que foi doada pelo Estado à universidade, onde, atualmente, os índios moram.

Uma determinação judicial solicitou que as 13 famílias Kiriri deixassem a área de 60 hectares até o fim do mês de outubro.  A suspensão dessa medida de desocupação forçada tem como objetivo propiciar uma solução conciliatória entre os representantes estaduais e federal e a tribo, respeitando a legislação vigente. Durante a reunião também foi proposto que a universidade trabalhe com linhas de pesquisas e projetos envolvendo a questão indígena. Uma nova reunião da tribo com o Governo do Estado definirá como será o acordo de cessão das terras.

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